Comissão para o acordo Brasil-Santa Sé se reúne em Brasília

Luiz Lopes Jr /CNBB

A Comissão Episcopal para o Acordo Brasil-Santa Sé da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) esteve reunida, na manhã de quinta-feira, 7, na sede da entidade, em Brasília (DF). O encontro ocorreu de forma híbrida, com alguns membros participando presencialmente e outros de forma remota.

Esta foi a primeira vez que pelo menos parte do grupo esteve reunida presencialmente, desde o início da pandemia do novo coronavírus. Mas o grupo manteve contato e realizou atividades de forma on-line.

Durante o encontro na manhã desta quinta-feira, o núncio apostólico no Brasil, dom Giambattista Diquattro, esteve presente e pôde acompanhar os debates e dar indicações para a melhor aplicação do acordo na relação da Igreja com as diversas instâncias do Estado Brasileiro.

“Hoje, nós fizemos, sobretudo, uma tomada de pulso, como estão as coisas, os projetos em andamento, os projetos a serem encaminhados e temos várias iniciativas que deverão, portanto, caminhar daqui pra frente”, resumiu o arcebispo de São Paulo (SP) e presidente da Comissão para o Acordo Brasil-Santa Sé, cardeal Odilo Pedro Scherer.

Núncio apostólico no Brasil, dom Giambattista Diquattro  (Luiz Lopes Jr /CNBB)

Entre as principais atividades e projetos promovidos pela Comissão, destacam-se alguns eventos para disseminar o conhecimento a respeito do acordo diplomático. Neste ano, será realizado um Simpósio na PUC-Rio sobre aspectos tributários do acordo, com data provável para o mês de maio. Outra ação é a terceira edição de um curso de extensão da Faculdade de Direito Canônico de São Paulo sobre alguns artigos do Acordo Brasil Santa Sé, segundo dom Odilo. Está prevista também uma quarta edição.

E, no final do ano, em novembro, haverá um encontro para assessores jurídicos das cúrias e mitras diocesanas, em Brasília. “Será um momento muito importante. Esse evento já estava programado para acontecer em 2020, mas, por causa da pandemia teve que ser suspenso. Está agora programado para novembro”, salientou o cardeal Scherer.

Comunicação CNBB

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