Arquidiocese de São Paulo recomenda a manutenção do uso das máscaras em igrejas

Em comunicado no começo da noite da quinta-feira, 17, a Arquidiocese de São Paulo informou, por meio de sua assessoria de comunicação, que continua a recomendar que “nos  ambientes  internos das igrejas e organizações eclesiais, seja mantido o uso das máscaras, sobretudo, para não colocar em risco a saúde das pessoas idosas, com comorbidades ou as que ainda não estão com a vacinação completa contra a COVID-19”.

Fiéis participam da missa da Quarta-feira de Cinzas na Catedral da Sé (foto: Luciney Martins/O SÃO PAULO)

O posicionamento ocorre após o Governo do Estado de São Paulo anunciar na mesma data o fim da obrigatoriedade do uso da máscara em ambientes fechados, à exceção dos transportes públicos e unidades médico-hospitalares.

No comunicado, a Arquidiocese diz também que “é  importante  que  ainda se  mantenham os  cuidados preventivos, como a higienização das mãos, a limpeza e a ventilação dos ambientes”.

LEIA A ÍNTREGA DO COMUNICADO

32 comentários em “Arquidiocese de São Paulo recomenda a manutenção do uso das máscaras em igrejas”

  1. A paz esteja com vocês.
    Olha, eu vejo um retrocesso. As pessoas não viam a hora de tirar essas máscara e agirá com essa recomendação, ao invés de permanecer, vão deixar de participar das missas e atividades paroquiais. Neste final de semana, eu não usei máscara. Muitos fiéis também não. Confesso que estou desanimada com isso. As pessoas estão vacinadas… não há por que manter isso. Repensem, por favor. Não é justo.

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  2. Fui intimidado por uma senhora na Igreja a utilizar máscara, por causa de um comunicado da Arquidiocese de São Paulo. Achei estranho, mas por temor de Deus, e porque eu queria rezar em paz, coloquei a minha máscara. Decidi investigar o significado semântico da palavra e analisá-lo à luz do comunicado.

    Recomendação significa um conselho, uma indicação. Não tem nada de obrigatório em um conselho ou indicação. É um tipo de comunicação não-violenta utilizada para persuadir alguém a cumprir algo, trazendo uma falsa sensação de liberdade enquanto induz a pessoa a fazer o que o emissor deseja.

    É discutível. Mas advogo pela liberdade! Então, afirmo que RECOMENDAÇÃO NÃO É ORDEM. E da próxima vez que quiserem me obrigar a usar máscara, usem o português brasileiro e não o português comunista. Muito obrigado.

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    • Parabéns Rodrigo, vivemos uma ditadura comunista nas Igrejas alinhadas com a Teologia da Libertação infiltrada há anos… realmente é patético as pessoas não tem compreensão da língua portuguesa e recomendar não é obrigar! Eu sou uma que acho absurdo tal violência contra nosso direito de respirar! se quiser usar focinheira, que use! Estão afastando muitas pessoas da Igreja com essa ditadura da vacina/máscaras!

  3. Fui a missa do novo rito romano neste último domingo e não usei máscara.
    No final da missa o padre informou aos fiéis presentes a “recomendação”, mas não fui intimado a usar.

    As máscaras, com sua efetividade debatível, não são um assunto moral ou espiritual.
    Faço minha própria “recomendação” à Arquidiocese: que ordene que os sacerdotes em sua jurisdição esclareçam a não-obrigatoriedade das máscaras, e que recomende assuntos pertinentes à Fé na pregação, como a consagração da Rússia, os males do aborto, do comunismo, maior respeito e reverência ao Santo Sacrifício da Missa, música sacra, etc.

    “Credidimus Caritati”
    1 Ioannis 4,16

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  4. Realmente algumas pessoas não entendem a noção de obediência, nem dentro da igreja. Algumas pessoas diz que não cumprirá a ordem porque “vindo de quem vem, não surpreende”.

    Idosos perdem a imunidade aproximadamente 6 meses após a aplicação da vacina (a da gripe também é assim), não quero contrair o vírus e ser o responsável por passar para uma pessoa com imunidade baixa.

    Mas que Deus continue abençoando a todos e eu irei seguindo a recomendação.

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  5. Muito frustrante. Quando nos pediram para usar, usamos. Agora que nos liberaram, não podemos…simplesmente frustrante. Que Deus nos ajude em meio a tanta confusão.

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