‘João Batista foi mártir da verdade, da honestidade e da coerência’

‘João Batista foi mártir da verdade, da honestidade e da coerência’

O Cardeal Odilo Pedro Scherer, Arcebispo de São Paulo, presidiu neste sábado, 29, a missa da memória do Martírio de São João Batista.

A Eucaristia, celebrada na capela da residência arquiepiscopal, foi transmitida pela rádio 9 de Julho e pelas mídias digitais da Arquidiocese. 

O MARTÍRIO

A morte de São João Batista é narrada no evangelista São Marcos (Mc 6,17-29). Preso por ter denunciado a situação de imoralidade vivida pelo rei Herodes, o precursor de Jesus foi morto por desejo de Herodíades, mulher do irmão de Herodes, com quem o rei havia se casado ilicitamente.

Durante o banquete do aniversário de seu aniversário, Herodes, ao ver a filha de Herodíades dançar para os convidados, lhe prometeu que lhe daria qualquer coisa que ela lhe pedisse. Orientada pela mãe, a mulher pediu: “Quero que me dês agora, num prato, a cabeça de João Batista”. João, então, foi degolado e o desejo da filha de Herodíades foi cumprido.

PERMANECER NA VERDADE

“João Batista é reconhecido como mártir da verdade, da honestidade e da coerência, pois não deixou de dizer a verdade”, ressaltou Dom Odilo, ao recordar que o profeta morreu por denunciar a vida imoral levada por Herodes.

“Sigamos o exemplo de João Batista, que, com sua coerência, cumpriu o seu dever, não importando o que lhe aconteceria depois. Ele não se deixou corromper e permaneceu fiel a Deus”, exortou o Arcebispo, reforçando: “Nunca devemos trair a nossa consciência, permanecer na verdade mesmo que isso nos custe”.

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