
Esta pergunta permeia esta edição do Caderno Fé e Cidadania, cujas análises partem da reflexão que o Papa Leão XIV propõe nos parágrafos iniciais da encíclica Magnifica humanitas: a humanidade está diante de uma escolha entre construir uma nova “Torre de Babel” ou edificar uma cidade na qual Deus e todas as pessoas possam habitar juntos.
O tema ganha ainda mais relevância diante do uso crescente da inteligência artificial na definição e gestão de políticas públicas e nas relações comerciais, nem sempre com a utilização desta tecnologia para um justo desenvolvimento econômico e a construção do bem comum. Sua aplicação na gestão pública só se justifica se ajudar a ampliar direitos, preservar o controle humano e colocar a dignidade da pessoa acima da eficiência dos algoritmos.
Magnifica humanitas, o Estado e a gestão da inteligência artificial
Por Rodrigo Gastalho Moreira
Eficiência sem justiça? Os riscos da inteligência artificial nas políticas públicas
Por Rodrigo Gastalho Moreira
Estado, IA e bem comum: quem dita o ritmo da tecnologia?
Por Francisco Borba Ribeiro Neto
7 diretrizes e atitudes para o uso ético da IA nas políticas públicas
Por Rodrigo Gastalho Moreira




