Nossa Senhora Aparecida é a querida Padroeira do Brasil. Em todos os cantos deste imenso País há igrejas dedicadas a ela, para a honra e glória de Deus. Muitos milhares de peregrinos põem-se a caminho para os seus santuários, especialmente em Aparecida, onde sua imagem é venerada e se verificaram tantos sinais do seu carinho e benevolência maternais. Quantas mãos estendidas em prece, quantos olhares voltados para a Virgem Mãe Aparecida, quantas súplicas confiadas ao seu coração de mãe e intercessora!
Nem todos compreendem e “alguns dizem que é idolatria”, já cantava o Padre Zezinho; outros acham que é carinho demais para com aquela que Jesus nos entregou por mãe. Mas Maria, Mãe do Filho de Deus feito nosso irmão segundo a humanidade por meio dela, não toma o lugar de Jesus; ela sabe o seu lugar e entendeu que Jesus disse coisa séria quando, do alto da cruz, lhe falou com voz agonizante: “Mulher, eis o teu filho” (Jo 19,26). Ela é a mãe dos cristãos e, também, de quem não é cristão; ela é intercessora em favor de todos os “filhos de Eva”, para que alcancem misericórdia e perdão e participem da obra redentora de seu divino Filho. Maria nos lembra sempre de que devemos “fazer tudo o que Jesus mandar” (cf. Jo 2,5). Ela não tem um outro Evangelho, mas é a humilde serva do Senhor, do único Senhor e Salvador; e ela nos recorda sempre de que a vontade do Senhor Deus, acolhida livremente, é bênção sobre bênção.
Os cristãos, ao se dirigirem filialmente a Maria, não causam ciúme em Jesus nem a Deus Pai. Afinal, foi Deus mesmo que a distinguiu com tão extraordinárias graças, para que ela as colocasse ao serviço de “todas as gerações”. Ela o fez e continua fazendo também hoje. Ao invocarem Maria como mãe, os cristãos levam a sério as palavras do Evangelho: “Filho, eis a tua mãe”. E daquela hora em diante, o discípulo a acolheu em sua casa (cf. Jo 19,27). Honrar Maria, portanto, é honrar as palavras de Jesus e ser fiel ao Evangelho. Maria é parte do Evangelho e seu papel na vida da Igreja e da humanidade precisa ser compreendido à luz das escolhas insondáveis e livres de Deus, sobre as quais não decidimos nós: cabe-nos apenas acolhê-las e alegrar-nos com elas.
A Virgem Maria, com o título de Aparecida ou com outros tantos nomes, que a piedade filial dos cristãos lhe atribui, está presente em todas as igrejas. E não é sem razão. Ela faz parte da Igreja, que é a comunidade dos discípulos de Jesus, onde quer que se reúnam em nome da Trindade Santa. Ela é a primeira discípula fiel a Jesus em todos os momentos, até no instante mais doloroso, quando Jesus, inocente, foi condenado à morte de cruz. Maria estava lá, sem desfalecer, Mãe das Dores, sofrendo com seu Filho. Ela esteve com os discípulos quando estes foram ungidos pelo Espírito Santo para o início da missão da Igreja (cf. At 1,14). Depois disso, ela nunca deixou de fazer parte da Igreja, assumindo sua missão de mãe e intercessora. Onde está Jesus, com seus discípulos, a mãe de Jesus também lá está.
A devoção e o carinho dos cris-tãos para com a Mãe de Jesus têm sólido fundamento bíblico e teológico e faz parte do patrimônio espiritual da Igreja de Cristo. Alguns títulos atribuídos a ela referem-se ao papel desempenhado por ela no mistério de Cristo. O reconhecimento da maternidade divina diz respeito, sobretudo, à identidade de Jesus, seu Filho. Aquele que nasceu de Maria é o Filho de Deus, segundo a natureza humana assumida por meio dela. O título da Imaculada Conceição diz respeito à sua concepção sem o pecado original, por obra e graça de Deus, que a preparava para ser a mãe do Filho Eterno que nasceria dela para este mundo. E o título da Assunção de Nossa Senhora refere-se à glorificação de Maria no céu, em corpo e alma, conforme a fé da Igreja, unida desde logo à ressurreição de Jesus Cristo. Outros títulos são devocionais e referem-se a experiências especialmente fortes de sua solicitude materna para com seus filhos em diversos momentos da história. Maria não é mãe ausente nem indiferente ao clamor dos seus filhos e deseja que todos alcancem a vida em Cristo.
“Virgem Mãe Aparecida, estendei o vosso olhar sobre o chão de nossa vida, sobre nós e nosso lar”. Intercedei pela Pátria brasileira, pela infância desvalida, por quem perdeu toda esperança, por quem já não acredita mais na paz e na força transformadora do Evangelho de Jesus. Virgem Mãe Aparecida, orai por todos os vossos filhos brasileiros e lembrai-lhes sempre o que Jesus pediu, para que sejam fraternos e solidários nas tarefas de todos os dias, nos momentos importantes e na vida ordinária. E mostrai-nos sempre o bendito fruto do vosso ventre, Jesus, ó Santa Mãe de Deus, amém!



O Brasil pertence a Ela como também toda América Latina.
O fenômeno de conversão pelo o mundo é dado por sua intercessão através do santo rosário e pela devoção dos fiéis católicos ao dogma da Imaculada conceição. Os de fora da igreja (protestantes/desigrejados) observam silenciosamente a nossa prática de fé que com o passar do tempo e curiosidade vai se aproximando da Igreja.
Eu sou prova disso como recém convertido.
Um dia refleti sobre o dogma da Imaculada.
E li João 11,39-41 “Senhor, o corpo cheira mal”. Pois, nosso Senhor ressuscitou dos mortos um corpo totalmente em decomposição, vale lembrar que depois de algumas horas de falecimento, o órgão que começa a se decompor é o intestino, por isso o mal cheiro. Jesus ressuscitou três pessoas, a filha de Jairo, um jovem que estava sendo sepultado, e Lázaro, o seu amigo. Notem que essas pessoas não era seu familiar, nenhum laço sanguíneo.
Pois bem, se meu Senhor ressuscitou um corpo em estado de putrefação, porque meu Senhor iria deixar a escolhida de carregar o Cordeiro de Deus em seu ventre ter a experiência de morte e ter seu corpo corrompido pela condenação de Adão(Gênesis 3-19)?.
Jesus, a segunda pessoa da Santíssima Trindade levou consigo sua mãe para estar ao seu lado diante do trono da Santíssima Trindade.
Reflexão
Muitos dariam qualquer coisa para poder ter sua mãe de volta, mesmo que fosse por pouco tempo. Nosso teve o poder de levá-la consigo, pois de todas às mulheres, Ela foi a única de ter recebido a antecipação de contemplar o Nosso Senhor glorificado no céu.