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Qual é a diferença entre santuário e paróquia?

Esta é a dúvida da Maria José, aqui de São Paulo. Minha irmã, a palavra paróquia tem origem grega e era usada para designar vizinhança, um grupo de habitações. Na linguagem da Igreja, podemos entender como um grupo de habitações que cercam, que estão na vizinhança de uma igreja. Hoje, até podemos entender de uma forma mais bonita: é uma comunidade de pessoas que moram próximas e frequentam a mesma igreja perto de suas casas e ali celebram a sua fé. É por isso que muitas pessoas olham a paróquia como a sua comunidade de fé. Entretanto, um fenômeno tem sido crescente: muitas famílias frequentam não a sua paróquia territorial, mas uma outra distante de sua casa, é o que muitos chamam de “paróquias afetivas”. Enfim, há de se respeitar a opção das pessoas de escolherem em qual paróquia querem viver sua fé. 

E o santuário? Esta é uma igreja dedicada a uma devoção especial a Deus ou a algum santo, e que se torna, por isso mesmo, um local de peregrinação. Aqui em nossa Arquidiocese há muitos santuários, como, por exemplo, o Santuário São Judas Tadeu, Santuário Nossa Senhora de Fátima, Santuário Nossa Senhora Aparecida, no Ipiranga. Brasil afora há outros inúmeros santuários que atraem milhões de fiéis, como é o caso do Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, em Aparecida (SP). 

Nem toda paróquia é um santuário, mas pode haver paróquias nas quais há um santuário, como é caso da Paróquia São Judas Tadeu, na Avenida Jabaquara: além de santuário ao qual fiéis de diferentes localidades vão para a devoção ao Santo, há toda a vida paroquial para atender os paroquianos. 

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