A alegria de poder voltar às celebrações presenciais no dia da Padroeira do Brasil

10 mil devotos foram ao Santuário Arquidiocesano de Nossa Senhora Aparecida, na terça-feira, 12

A Solenidade de Nossa Senhora da Conceição Aparecida foi celebrada nas paróquias e comunidades da Arquidiocese de São Paulo na terça-feira, 12. No Santuário Arquidiocesano Nossa Senhora Aparecida, no Ipiranga, zona Sul da capital, aproximadamente 10 mil devotos participaram das dez missas celebradas e de um momento mariano, respeitando todas as recomendações sanitárias já conhecidas para evitar a disseminação do coronavírus.

Rádio 9 de Julho

Na homilia, de uma das missas, Padre Zacarias José de Carvalho Paiva, Pároco e Reitor do Santuário Arquidiocesano Nossa Senhora Aparecida do Ipiranga,recordou que Maria é a grande intercessora e convidou a todos, para no cotidiano, buscar viver a mística mariana.

“Maria caminha junto ao povo brasileiro. Uma mãe nunca abandona seus filhos e está sempre disponível a atender o pedido de quem clama com fé e devoção”, afirmou o Reitor. 

Gratidão

Lívia Patrícia de Andrade Menezes, 37, foi diagnosticada, em março, com câncer de ovário, já em estágio de metástase. “Quando soube do doença e da urgência da cirurgia, vim ao Santuário Arquidiocesano pedir a proteção de Nossa Senhora Aparecida para superar este momento da vida”, disse, recordando que foram três meses de internação no Centro de Terapia Intensivo (CTI), três entubações e várias complicações pós-operatórias.

“Foi uma fase difícil. Um dia, cansada, falei que não aguentava mais tanta dor e sofrimento. Então, minha mãe que sempre rezou pela minha recuperação, intensificou a corrente de oração pedindo a Nossa Senhora Aparecida a cura”, recordou, afirmando que teve alta médica, no último domingo, 10, e, por isso, foi presencialmente ao Santuário para agradecer pelo restabelecimento da saúde. “Sou um milagre”, disse emocionada, em sua cadeira de rodas e acompanhada pela família, aos pés da imagem da Padroeira do Brasil.

Proteção

O casal Tânia Silva Freitas, 37, e Cleber Freitas e Silva, 39, são enfermeiros e pais das gêmeas Milena e Sofia, de 5 anos. Durante a pandemia, estiveram na linha de frente no combate a Covid-19 e vieram ao Santuário para agradecer.

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“A pandemia pegou a todos de surpresa e exigiu novos hábitos e cuidados, trouxe a família para agradecer a proteção e as bênçãos diárias”, falou Cleber, pontuando que, ele e a esposa não foram contaminados pelo coronavírus.

Tânia destacou que voltar ao Santuário, participar da celebração em comunidade, nesta retomada das atividades presenciais é um sinal de esperança. “Voltar à casa da Mãe é uma experiência emocionante”, disse, emocionada.

Pedir à Mãe

Com rosas nas mãos, Maria Aparecida da Silva Oliveira, 67, foi para agradecer e pedir. “Estou muito feliz em estar de volta ao Santuário, neste dia especial”, falou, mencionando ter recebido dos pais o mesmo nome da Padroeira do Brasil.

“De joelhos diante da imagem de Aparecida, imploro pelo fim da pandemia, consolo às famílias que perderam seus entes queridos e pela nação tão sofrido pela pobreza, desemprego e violência”, afirnou.

Herança de fé

Vilma Paz Carvalho, 86, é devota de Aparecida desde criança e sempre incentivou seus filhos, netos e bisnetos na devoção à Virgem Maria. Ela falou à reportagem que foi vítima de um relacionamento abusivo e que Nossa Senhora a livrou várias vezes da morte, especialmente diante dos ataques violentos. “Nossa Senhora estava lá com seu manto me protegendo. Em todas as vezes, foi Maria que me libertou”, disse. “Nossa Mãe, Maria, sempre nos escuta e nos atende, quando recorremos a Ela com confiança”, afirmou a devota.

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Abraçada a Vilma estava sua bisneta, Pietra, de 8 anos. “Todos os dias, eu rezo à Mãezinha Aparecida pela família e agradeço a volta das aulas presenciais”, contou.

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