Dom Odilo preside missa na Comunidade das Irmãs Missionárias da Caridade

Congregação religiosa foi fundada por Santa Teresa de Calcutá, cuja memória litúrgica é celebra em 5 de setembro

Dom Odilo preside missa na Comunidade das Irmãs Missionárias da Caridade, Jornal O São Paulo
Cardeal Scherer com a relíquia de Santa Teresa de Calcutá (crédito: Luciney Martins/O SÃO PAULO)

Na memória litúrgica de Santa Teresa de Calcutá, na segunda-feira, 5, o Cardeal Odilo Pedro Scherer, Arcebispo Metropolitano, presidiu missa na capela da Comunidade das Irmãs Missionárias da Caridade, no Jardim Peri, na zona Norte da cidade.

Concelebraram os Padres Paulo Gil e Juarez Dalan, este último Administrador Paroquial da Paróquia Nossa Senhora da Penha, na Região Santana, próxima à comunidade das irmãs.

A Congregação das Missionárias da Caridade foi fundada por Santa Teresa de Calcutá. Agnes Bojaxhiu nasceu em Skopje, hoje capital da Macedônia do Norte, em 26 de agosto de 1910. Em 29 de setembro de 1928, ingressou na Congregação das Irmãs de Nossa Senhora do Loreto, na Irlanda. Fez sua profissão religiosa em 24 de maio de 1931, quando adotou o nome Teresa, em homenagem a Santa Teresa de Lisieux. Em seguida, foi transferida para Calcutá (Índia), onde, por 17 anos, se dedicou ao ensino como professora.

Em 1946, por ocasião de um retiro espiritual, Irmã Teresa foi a Darjeeling, onde viu de perto a realidade da pobreza. Em 1948, conseguiu licença para deixar as Irmãs de Loreto. Mantendo sua condição de religiosa, mudou-se para Calcutá, onde empenhou-se exclusivamente na atenção aos mais necessitados. Em 1949, Madre Teresa escreveu as constituições das Missionárias da Caridade e, no dia 7 de outubro de 1950, a congregação foi aprovada pela Santa Sé, expandindo-se por toda a Índia e pelo mundo.

Em 1979, foi homenageada com o Prêmio Nobel da Paz. Faleceu em 5 de setembro de 1997. Foi beatificada em 19 de outubro de 2003, por São João Paulo II, e canonizada, em 2016, pelo Papa Francisco.

Hoje, as Missionárias da Caridade somam mais de 5 mil religiosas. Elas chegaram a São Paulo em 1992 e tempos depois instalaram-se no Jardim Peri, onde realizam diversos trabalhos caritativos e de evangelização, como assistência a moradores em situação de rua, crianças, mulheres, idosos e portadores de HIV.

(Com informações complementares de Roseane Welter)

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