Expresso Turístico da CPTM retomou a programação normal de viagens

Viagens ocorrem nos finais de semana e partem da Estação Luz

Expresso Turístico da CPTM retomou a programação normal de viagens, Jornal O São Paulo
Alexandre Carvalho

O Expresso Turístico da CPTM retomou programação normal de viagens para os destinos de Paranapiacaba, Jundiaí e Mogi das Cruzes desde o sábado, 8. A venda dos bilhetes está sendo feita na Estação Luz, em guichê específico para o serviço.

A CPTM informou que, após a interrupção do serviço em virtude da pandemia de covid-19, a retomada gradativa do Expresso Turístico começou em agosto de 2021 com as políticas sanitárias de flexibilização, mas para atender exclusivamente aos passageiros que compraram bilhetes antes da pandemia e não puderam viajar.

As primeiras viagens de 2022 foram programadas para o dia 8 , com destino a Jundiaí, e 9, para Paranapiacaba. No final de semana dos dias 15 e 16, as viagens são para Paranapiacaba. A primeira viagem para Mogi das Cruzes está programada para o sábado, 22.

Os passeios acontecem sempre nos fins de semana, partindo da Estação Luz e têm programação alternada entre as cidades. Há um número maior de viagens para Paranapiacaba já que é o local mais procurado pelo público, na sequência a busca é para Jundiaí e Mogi das Cruzes.

Para as viagens deste ano, o público pode adquirir os ingressos na bilheteria da Estação da Luz localizada no Saguão 1, em frente à SSO da CPTM, que funciona de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h. Aos sábados e domingos, das 7h às 9h.

Os valores das tarifas estão disponíveis na página do Expresso Turístico no site da CPTM.

EXPRESSO TURÍSTICO

Desde 2009, a CPTM colocou em atividade o Expresso Turístico, passeios de trem que saem da Estação Luz, no centro da capital paulista, com destino a Jundiaí, Paranapiacaba e Mogi das Cruzes.

O passeio é feito em uma locomotiva a diesel, modelo Alco RS-3 de 1952, que conduz dois carros de passageiros, de aço inoxidável, fabricados no Brasil pela Budd – Mafersa na década de 1960 e que foram cedidos pela Associação Brasileira de Preservação Ferroviária (ABPF).

Fonte: Agência Brasil

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