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Há 86 anos, o Amparo Maternal faz nascer a esperança na cidade

Emily Ferreira/Comunicação Amparo Maternal

O Amparo Maternal completou, em 20 de agosto, 86 anos de acolhi­mento a mulheres em situação de vulnerabilidade social. Na sexta-fei­ra, 22, uma missa em ação de graças foi celebrada na sede da instituição, presidida pelo Padre Jorge Bernar­des, Vigário Episcopal e Geral para a Região Ipiranga e Assistente Ecle­siástico da entidade. Concelebrou o Padre José Geraldo Rodrigues Moura, Coordenador da Comissão de Testemunho no Ipiranga, com a presença de colaboradores, volun­tários, acolhidas, embaixadoras e da Irmã Enir Loubet, da Congregação das Irmãs de São Vicente de Paulo de Gysegem, que foi diretora do Amparo por dez anos.

Na homilia, Padre Jorge desta­cou: “Todo dia é uma oportunida­de que Deus nos dá de recomeçar. Nem a dor, nem o cansaço impe­dem de fazer o que deve ser feito, e não é à toa que o Amparo é sinal de esperança em São Paulo para tantas mulheres.”

Padre José Geraldo sublinhou o trabalho dos que se empenharam pela instituição: “Olhar para a Irmã Enir é olhar para anos de Amparo Maternal, tantas mulheres, tantos bebês. A equipe que aqui trabalha toca em Deus e em Maria, ao olhar para essas vidas acolhidas.”

Ao final, Irmã Enir reforçou: “Enquanto existir o Amparo Ma­ternal nesta cidade, a esperança não vai morrer”.

Fundado em 1939, o Amparo se consolidou como referência em acolhimento de gestantes, ofere­cendo moradia, apoio social, psi­cológico e pedagógico, além de ofi­cinas de capacitação e suporte para reinserção social para mães e seus filhos.

Por Emily Ferreira/Comunicação do Amparo Maternal

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