Morre, aos 77 anos, o Padre Roberto Grandmaison

Padre Roberto Grandmaison faleceu no domingo, 11 (foto: Arquivo pessoal)

O Padre canadense Roberto Grandmaison, da Congregação de Santa Cruz, que foi  Pároco da Paróquia São José, no bairro do Jaguaré, Região Episcopal Lapa, faleceu no domingo, 11, aos 77 anos de idade, em São Paulo.

O sepultamento foi realizado na manhã desta segunda-feira, dia 12, no Cemitério Municipal da Lapa. A participação no velório foi restrita, em razão da atual pandemia de COVID-19.

Padre Roberto chegou ao Brasil em 1968 e liderou obras caritativas no bairro do Jaguaré, na zona Oeste da capital paulista, incluindo iniciativas pastorais no Colégio Santa Cruz, instalado no bairro.

“O nosso querido Padre Roberto é um exemplo de generosidade, coragem, determinação e fé. Sua visão transformadora de mundo, sua luta em favor dos mais vulneráveis, seu amor ao próximo nos deixam um grande legado e uma lição de vida”, manifestou-se, em nota, o Colégio Santa Cruz.

Padre Roberto Grandmaison foi, ainda, Coordenador da Comissão Arquidiocesana de Direitos Humanos criada por Dom Paulo Evaristo Arns, então Arcebispo de São Paulo e colaborou para a Fundação do Centro Santo Dias de Direitos Humanos.

A missa de 7o Dia será realizada no sábado, dia 17, às 19h, na Paróquia São José do Jaguaré (Rua Bartolomeu da Ribeira, 33, Jaguaré). Outras informações pelo telefone (11)  

A extensa ação caritativa do Padre Roberto no Jaguaré foi retrata na reportagem “Padre Roberto – Fermento na Massa”, disponível no site do Colégio Santa Cruz.

(Com informações do Colégio Santa Cruz e Pascom da Região Lapa)

  • * O texto foi modificado às 14h15 da terça-feira, 13, para complemento de informações

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Comentários

  1. Obrigada Padre por ter participado do momento mais importante da minha vida,meu batismo.
    Oremos pelos nossos Sacerdotes.
    Que Nossa Senhora esteja do seu lado e que em Seus braços o senhor encontre a verdadeira Paz e felicidade eterna.

  2. Gostaria de acrescentar que o Padre Roberto foi tambem um dos primeiros membros do grupo ecumênico Clamor (Comitê para Defesa dos Direitos Humanos no Cone Sul), recebendo refugiados, viajando em missões aos paises vizinhos , planejando operações de resgate de crianças desaparecidas.
    A sua participação está contado no livro Solidariedade Não Tem Fronteiras, da minha autoria, editora Expressão Popular.
    Atenciosamente,
    Jan Rocha
    jornalista e ex- membro do Clamor

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