‘O Senhor não rejeita o seu povo’

O Cardeal Odilo Pedro Scherer, Arcebispo de São Paulo, presidiu a missa na manhã desta quarta-feira, 15, na capela de sua residência, transmitida pela rádio 9 de Julho e pelas mídias digitais da Arquidiocese.

Neste dia, celebra-se a memória de São Boaventura, Bispo e Doutor da Igreja. Nascido por volta de 1218, em Bagnorégio, na Etrúria (Itália), Boa Ventura ingressou na Ordem dos Frades Menores, estudou Filosofia e Teologia em Paris e, depois de obter o título doutor, ensinou as mesmas disciplinas aos seus irmãos franciscanos. Eleito ministro geral da Ordem, governou-a com prudência e sabedoria. Foi nomeado Bispo de Albano e foi o primeiro cardeal franciscano. Morreu em Lião (França), no ano de 1274. Escreveu muitas obras filosóficas e teológicas.

“Que São Boaventura interceda por nós e pela Igreja em nossos dias. Interceda por todos os bispos, que são responsáveis por conduzir as Igrejas locais e mantê-las na verdadeira fé, no caminho da missão e da evangelização”, pediu Dom Odilo no início da celebração., pediu Dom Odilo no início da celebração.

DEUS FALA AOS PEQUENOS

O Evangelho do dia (Mt 11,25-27) traz o momento de alegria de Jesus que louva a Deus por ver que o povo estava acolhendo a sua palavra, sobretudo, os mais humildes e simples, que reconhecem nele a presença de Deus. “Eu te louvo, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste estas coisas aos sábios e entendidos e as revelaste aos pequeninos”, disse o Senhor.

“São Boaventura foi um grande e sábio homem, mas,  ao mesmo tempo, alguém que viveu a simplicidade e humildade dos franciscanos”, destacou o Cardeal, na homilia.

Em seguida, o Arcebispo refletiu sobre o trecho do texto em que Jesus afirma que “ninguém conhece o Pai, senão o filho e aquele aquém o Filho o quiser revelar”.

“A condição para conhecer a Deus Pai é se aproximar do Filho, reconhece-lo como aquele que humanamente nos deu a conhecer a Deus”, afirmou Dom Odilo.

SALMO

Referindo-se ao refrão do Salmo Responsorial (Sl 93), “O Senhor não rejeita o seu povo”, o Cardeal explicou que esse texto se trata de uma queixa contra os perseguidores, aqueles que insultam, caluniam e oprimem o povo de Deus.

“Por mais pecador e infiel que tenha sido o povo. Deus não abandona o seu povo, a sua Igreja, os seus filhos, aqueles que se voltam a ele com todo o coração e com toda a humildade”, completou.

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