Visita de Tarcísio de Freitas a Paraisópolis é suspensa após tiroteio

A agenda do candidato ao governo de São Paulo Tarcísio de Freitas na comunidade de Paraisópolis, na capital paulista, precisou ser interrompida na manhã de hoje (17) após um tiroteio. Imagens que circulam nas redes sociais mostram a equipe do candidato, jornalistas e fotógrafos se protegendo no chão de um prédio, enquanto se ouvem muitos tiros. Ainda não se sabe a origem dos tiros, contra quem foram disparados ou a motivação.Visita de Tarcísio de Freitas a Paraisópolis é suspensa após tiroteio, Jornal O São PauloVisita de Tarcísio de Freitas a Paraisópolis é suspensa após tiroteio, Jornal O São Paulo

Visita de Tarcísio de Freitas a Paraisópolis é suspensa após tiroteio, Jornal O São Paulo
Reprodução da Internet

Nas redes sociais, o candidato informou que estão todos bem. “Durante visita ao primeiro polo universitário de Paraisópolis, fomos atacados por criminosos”, escreveu. “Nossa equipe de segurança foi reforçada rapidamente, com atuação brilhante da Polícia Militar do Estado de São Paulo. Um bandido foi baleado. Estamos apurando detalhes sobre a situação”, afirmou.

Agência Brasil procurou a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo e tem buscado informações também com a Polícia Militar, mas até o momento não obteve resposta.

Em nota, o governador de São Paulo, Rodrigo Garcia, disse que conversou com a equipe de Tarcísio e que foi informado de que estão todos bem. “A Polícia Militar agiu rápido e garantiu a segurança de todos. Determinei a imediata investigação do ocorrido”, acrescentou.

Gilson Rodrigues, presidente da União de Moradores e do Comércio de Paraisópolis, em nota lamentou o ocorrido: "Lamentamos pelo ocorrido em Paraisópolis nesta segunda-feira (17) durante a visita de um dos candidatos ao governo do estado. Paraisópolis tem uma tradição em receber políticos, autoridades, artistas e personalidades, sendo reconhecida como uma comunidade pacífica e organizada."

A nota ainda frisa que "é importante ressaltar, contudo, que nenhum representante do G10 Favelas ou da União do Moradores e do Comércio de Paraisópolis (UMCP) - entidade que representa a comunidade, tinha conhecimento de qualquer agenda de candidatos na comunidade nesta data. Tampouco foi feito nenhum tipo de convite a nenhum dos nomes que concorrem a cargos eletivos neste pleito."

Por fim, Gilson conclui que "Paraisópolis possui uma população trabalhadora e honesta que precisa de investimentos para transformar sua realidade. A comunidade quer participar da política e fazer com que os representantes do poder público possam ajudar a transformar as vidas de todos os que aqui residem, com respeito às diferentes visões partidárias e estando abertos ao debate nas mais amplas esferas."

Com informações de Agência Brasil

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