Hungria e Eslováquia esperam a chegada do Papa

“Serão dias de adoração e oração no coração da Europa”, descreveu o Papa Francisco sobre sua viagem à Hungria e à Eslováquia, que começa no domingo, 12. Após o Angelus, no
dia 5, ele afirmou que, ali, pretende recordar a memória dos “confessores da fé que testemunharam naqueles lugares o Evangelho, entre hostilidades e perseguições”.

O Congresso Eucarístico Internacional de Budapeste, na Hungria, começou no dia 5 e será concluído com uma missa presidida pelo Papa Francisco. Esta 52ª edição do evento é, nas palavras do Cardeal Peter Erdő, Arcebispo de Esztergom-Budapeste e Primaz da Hungria, “um sinal de renascimento após mais de um ano de pandemia”.

A passagem do Papa pela Hungria está limitada à missa do dia 12. Ele vai ficar apenas seis horas no país. Não vai visitar o centro de Budapeste nem outras cidades. É provável que tenha um breve encontro com autoridades locais na chegada, além de um encontro com
os bispos e representantes de outras tradições cristãs e comunidades hebraicas da Hungria.

Francisco parte, em seguida, para a Eslováquia, país do Leste Europeu de maioria católica que resistiu à perseguição dos tempos da União Soviética – cerca de 65% dos 5 milhões de habitantes. O país vive, no entanto, uma crescente secularização, e a expectativa dos líderes da Igreja local é de que a visita do Papa possa trazer novo vigor à fé dos cristãos eslovacos.

Em Bratislava, capital da Eslováquia, o Papa encontrará as autoridades locais, além de bispos, religiosos, seminaristas e catequistas. Também presidirá uma liturgia em rito bizantino. Encontrará jovens, membros da comunidade Rom (popularmente conhecidos
como “ciganos”) e da comunidade hebraica. A missa de conclusão da visita pastoral, na quarta-feira, 15, será no Santuário Nacional de Šaštin.

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