
No sábado, 3, o Papa presidiu a missa com os representantes da chamada “Gendarmeria Vaticana”, o corpo policial que atua nos territórios da Cidade Estado do Vaticano. Servidores fiéis do Sucessor do apóstolo Pedro, eles são oficiais que se dedicam à segurança do Papa, dos fiéis, das propriedades e edifícios.
“O Senhor chama a todos os seus filhos para trabalhar em Sua vinha, de modo que somos, ao mesmo tempo, a vinha e os trabalhadores”, disse, referindo-se às leituras bíblicas do domingo (cf. Mt 21,33-43).
“Aos cuidados de vocês estão confiados locais, entradas, edifícios, mas, acima de tudo, pessoas”, recordou aos policiais. “É bonito ver como vocês olham para o outro não como um problema a ser resolvido, mas como uma pessoa a ser respeitada e protegida.”
O Papa destacou que o centro da vida de cada pessoa deve ser Jesus Cristo: “Dele, aprendemos a força que se transforma em mansidão, a vigilância que nasce da confiança, a autoridade que caminha lado a lado com a humildade e a coragem de agir com um coração misericordioso”, afirmou.
No Angelus do domingo, 4, ao comentar os mesmos textos, acrescentou: “De acordo com a imagem utilizada na parábola, a vinha que deve ser cultivada com justiça é a Igreja, que construímos ou prejudicamos com nossas escolhas”.




