JMJ Lisboa 2023: organização promove atividades em países de língua portuguesa

JMJ Lisboa 2023: organização promove atividades em países de língua portuguesa, Jornal O São Paulo
Fotos: JMJ Lisboa 2023 

A fim de estimular a participação dos jovens das nações que integram a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) no encontro mundial com o Papa, a Fundação JMJ Lisboa 2023 promoveu atividades em Guiné-Bissau e Timor Leste.

 A comitiva do Comitê Organizador Local (COL) da JMJ Lisboa 2023 participou da Peregrinação Nacional a Cacheu, em Guiné-Bissau, que contou com mais de 7 mil participantes de todas as idades e de diversas localidades.

 O Padre Nuno Coelho, um dos integrantes da comitiva, afirmou que esta foi uma oportunidade para “estabelecer pontes de diálogo”, ressaltando a importância desta proximidade, uma vez que é mais fácil conseguir a adesão de “pessoas que são amigas, que são irmãs”.

O Coordenador da Comissão da Adolescência e Juventude da Diocese de Bissau, Frei Galeano Oliveira, ressalva que é a primeira vez que este convite é feito diretamente aos jovens do país, e que este esforço acontece, em grande parte, por se tratar de uma Jornada realizada em Portugal, nação com a qual Guiné-Bissau mantém uma relação de proximidade.

“A sua presença é um ponto alto, sensibilizou-nos muito”, referiu, adiantando que a Diocese está tentando organizar um grupo de 140 pessoas, entre jovens peregrinos, padres e voluntários, para participar da jornada de Lisboa.

JMJ Lisboa 2023: organização promove atividades em países de língua portuguesa, Jornal O São Paulo

Ainda em dezembro, outra comitiva do COL esteve em Timor Leste, acompanhada de jovens, sacerdotes e famílias das várias dioceses locais.

O Padre Duarte da Cunha, que integra a Direção do Acolhimento e Voluntariado, disse que o encontro de Lisboa quer dar “um sinal de esperança, pela paz”.

O sacerdote teve a oportunidade de explicar o programa e o tema da JMJ Lisboa 2023, assumindo que a organização portuguesa gostaria de poder contar com “uma boa representação de Timor Leste”.

“Participem, quer indo a Lisboa, quer vivendo a distância, mas intensamente, acompanhando o que acontecerá, os encontros, as palavras que o Papa terá para dizer aos jovens”, concluiu.

O Cardeal Virgílio do Carmo da Silva, Arcebispo de Díli, realçou a importância de “criar uma boa relação com várias culturas do mundo”, destacando a JMJ como “um momento de experiência de fé com os jovens”.

O COL informou que mais de 200 mil jovens de todo o mundo já iniciaram a inscrição no maior encontro com o Papa, com 120 países representados. (JFF)

Fonte: Agência Ecclesiae

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