Tragédia em 1º de janeiro na estação de esqui de Crans-Montana causou a morte de, ao menos, 47 pessoas

Em telegrama endereçado ao Bispo de Sion, Dom Jean-Marie Lovey, o Papa Leão XIV “une-se ao luto das famílias e de toda a Confederação Suíça”, por todas as vítimas do “trágico incêndio ocorrido em Crans-Montana na noite de 1º de janeiro, que ceifou mais de quarenta vidas e deixou muitos feridos”.
Na mensagem, assinada pelo Cardeal Pietro Parolin, Secretário de Estado do Vaticano, o Pontífice expressa “sua compaixão e solicitude às famílias das vítimas”, ao mesmo tempo que “reza para que o Senhor acolha os falecidos em Sua morada de paz e luz e sustente a coragem daqueles que sofrem no coração e no corpo”.
“Que a Mãe de Deus, em sua ternura – foi seu desejo ao final da mensagem – leve o consolo da fé a todos os afetados por esta tragédia e os mantenha na esperança”.
SOBRE A TRAGÉDIA
O incêndio e uma explosão ocorreram à 1h30 do dia 1º de janeiro na estação de esqui de Crans-Montana, na Suíça, durante uma festa de Ano Novo no Le Constellation.
Pelo menos 47 pessoas morreram, segundo as autoridades suíças. Entre os 115 feridos, “80 a 100 pessoas estão em estado crítico”, disse Stéphane Ganzer, chefe do departamento de segurança do Cantão de Valais, à rádio francesa RTL, mas o número de vítimas pode aumentar. “Das centenas de pessoas hospitalizadas – acrescentou – muitas ainda não foram identificadas”.
“Muitas das vítimas estão irreconhecíveis”, relataram fontes locais. Muitas delas eram muito jovens. Os hospitais estão no limite de sua capacidade, o que fez com que 14 feridos fossem transferidos para a Polônia e 8 para a França.
O estopim foi provavelmente uma pequena vela acesa, preparada por garçons em uma garrafa de champanhe e colocada no teto: as chamas começaram ali e se espalharam rapidamente. Muitos jovens italianos também estavam envolvidos no incêndio.
Fonte: Vatican News





