‘Deus quer saciar a fome da humanidade com o pão que desceu do céu’

(foto: Bruno Melo/arquivio)

O Cardeal Odilo Pedro Scherer, Arcebispo de São Paulo, presidiu, na capela de sua residência, da missa desta segunda-feira, 19, transmitida pela rádio 9 de Julho e pelas mídias digitais da Arquidiocese.

A liturgia deste diz traz, na primeira leitura (At 6,8-15), o início do relato do martírio de Santo Estêvão, o primeiro mártir cristão que era muito conhecido e querido na comunidade de Jerusalém, mas que,  por dar um firme testemunho de fé em Jesus, suscitou o incômodo e o ódio dos perseguidores dos cristãos, que o condenaram ao apedrejamento.

Na homilia, Dom Odilo recordou que palavra “mártir” significa testemunha e que Estevão, assim como mitos outros cristãos, foi uma testemunha de Cristo e do seu Evangelho ate o derramamento de sangue.

O alimento que não perece

Já o Evangelho do dia (Jo 6,22-29) continha a narrar o discurso de Jesus à multidão que fora saciada pela multiplicação dos pães e queria fazer dele um rei que resolve tudo por meio de milagres.

O Senhor, por sua vez, responde à multidão: “Em verdade, em verdade, eu vos digo: estais me procurando não porque vistes sinais, mas porque comestes pão e ficastes satisfeitos. Esforçai-vos não pelo alimento que se perde, mas pelo alimento que permanece até a vida eterna, e que o Filho do homem vos dará. Pois, este é quem o Pai marcou com seu selo”.

“O pão de Deus é Jesus Cristo, a Eucaristia, a Palavra que alimenta não apenas o corpo. Deus quer saciar a fome da humanidade com o pão que desceu do céu e mata a fome de uma vez por todas”, afirmou o Cardeal.

Oração pelas vocações

O Arcebispo recordou, ainda, que no próximo domingo, 25, celebra-se Jesus Bom Pastor e o Dia Mundial de Oração pelas Vocações Sacerdotais. Por isso, ele convidou os fiéis a se prepararem para essa data, refletindo sobre a importâncias dos ministros ordenados na vida da Igreja.

Dom Odilo ressaltou serem muitos os serviços e vocações na Igreja, todos importantes e necessários. No entanto, o sacerdócio ministerial representa o próprio Jesus, bom pastor, no meio da comunidade, e, portanto, é uma vocação indispensável para a vida da Igreja.

“Nossa Igreja vive em torno de Jesus, que sacramentalmente está representado na missão do sacerdote, que anima, conduze serve a Igreja em nome de Cristo”, acrescentou o Cardeal, reforçando o pedido de orações pelas vocações sacerdotais.

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