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‘Santa Paulina viveu para o trabalho humilde e a oração’, diz Dom Odilo 

‘Santa Paulina viveu para o trabalho humilde e a oração’, diz Dom Odilo  - Jornal O São Paulo
Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição

O Cardeal Odilo Pedro Scherer, Arcebispo Metropolitano de São Paulo, presidiu a missa na quinta-feira, 9, dia da memória litúrgica de Santa Paulina, na Capela Sagrada Família e Santa Paulina, no Ipiranga. Participaram da celebração religiosas, sacerdotes, fiéis e peregrinos vindos de diferentes comunidades.

Na homilia, Dom Odilo destacou que os santos proclamados pela Igreja são católicos que viveram a vida cristã em profundidade. “Eles servem de exemplo para nós e nos recordam das múltiplas maneiras de viver o Evangelho no dia a dia”, afirmou. O Arcebispo também recordou a história de Santa Paulina, trazendo presente sua humildade diante das provações. “Deus conduziu Santa Paulina pelo caminho da santidade por meio das provações, do trabalho humilde e da oração constante. Mesmo afastada da função de superiora, ela aceitou por amor a Deus e se dedicou aos trabalhos mais humildes da comunidade”, disse.

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Durante o dia, muitos fiéis passaram pela Capela, que fica ao lado da Casa Geral da Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição (CIIC), fundada pela Santa. Além de participarem das celebrações eucarísticas, os fiéis rezaram e agradeceram pelas graças alcançadas por intermédio de Santa Paulina, e conheceram um pouco mais sua história ao visitar o Memorial e a exposição das obras “Passos de Paulina”, da artista Miriam Jane.

SOBRE SANTA PAULINA

Santa Paulina, batizada sob o nome de Amábile Lúcia Visintainer, nasceu em 16 de dezembro de 1865, em Vígolo Vattaro, região Norte da Itália. Com os pais, irmãos e outras famílias da região, migrou para o Brasil em 1875 e passou a morar em Vígolo, na cidade de Nova Trento, em Santa Catarina.

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Em julho de 1890, Amábile e sua amiga Virginia Nicolodi acolheram, em um casebre, Ângela Viviani, em fase terminal de câncer, ato que marca a fundação da Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição. Em 1903, deixou Nova Trento para cuidar de mulheres, idosos e crianças órfãs descendentes de escravizados no bairro do Ipiranga, em São Paulo.

Viveu seus últimos 24 anos de vida na Casa Geral de sua Congregação, em São Paulo, onde faleceu aos 77 anos, às 5h30 do dia 9 de julho de 1942. Foi beatificada em 1991 e canonizada em 2002 pelo Papa São João Paulo II.

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