COVID-19: média móvel de mortes cai pelo 4o dia seguido

Nesta segunda-feira, 5, o registro médio foi de 2.698 óbitos/dia. País ultrapassou o acumulado de 13 milhões de casos confirmados da doença

Transferência de pacientes com COVID-19 no estado do Pará (foto: Alex Ribeiro/Ag.Pará)

Dados do Ministério da Saúde e do consórcio dos veículos de imprensa indicam que nesta segunda-feira, 5, o Brasil ultrapassou a marca de 13 milhões de casos de COVID-19 desde o começo da pandemia.

De acordo com a pasta, já são 13.013.601 caso positivos da doença, 28.645 dos quais nas últimas 24 horas. Já a contabilidade do consórcio de veículos de imprensa aponta que 13.023.189 pessoas já tiveram ou estão com a COVID-19 no Brasil, sendo 39.629 desses confirmados no último dia.

Nas últimas 24 horas, segundo o Ministério da Saúde, morreram por complicações da doença 1.319 pessoas, totalizando 332.752 óbitos desde o começo da pandemia. Já o consórcio dos veículos de imprensa aponta para 333.153 vítimas fatais da doença, 1.623 das quais de ontem para hoje.

Queda na média móvel

Pelo 4o dia seguido, a média móvel de mortes por COVID-19 teve decréscimo, conforme dados do consórcio de veículos de imprensa: nesta segunda-feira, a média esteve em 2.698 óbitos/dia. Ontem este indicador estava em 2.747, no sábado em 2.800 e na sexta-feira em 3.006. O recorde foi alcançado na quinta-feira, dia 1o, com 3.119 mortes/dia.

Estados

O ranking de estados com mais mortes pela COVID-19, de acordo com Ministério da Saúde, é liderado por São Paulo (77.165), Rio de Janeiro (37.693), Minas Gerais (25.713), Rio Grande do Sul (20.600) e Paraná (17.405). Já as Unidades da Federação com menos óbitos são Acre (1.298), Amapá (1.334), Roraima (1.352), Tocantins (2.113) e Sergipe (3.617).

Vacinação

Até o início da noite de hoje, haviam sido distribuídas 42,9 milhões de doses de vacinas, informou o Ministério da Saúde. Deste total, foram aplicadas 21,7 milhões de doses, sendo 16,9 milhões da 1ª dose e 4,7 milhões da 2ª dose.

Nesta segunda-feira, o Instituto Butantan liberou mais 1 milhão de doses da CoronaVac para o Programa Nacional de Imunizações (PNI). Já foram disponibilizadas 37,2 milhões de doses desse imunizante ao Ministério da Saúde desde 18 de janeiro, o que corresponde a 80,8% do total previsto no primeiro contrato com o Ministério da Saúde, 46 milhões de doses até 30 de abril.

Também hoje, a Fundação Oswaldo Cruz divulgou a previsão de entregar, até o dia 1º de maio, 18,4 milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca ao PNI.

Até a sexta-feira, 2, um total de 4,1 milhões de doses desse imunizante foram produzidas no Brasil e entregues ao Ministério da Saúde, e mais 4 milhões foram importadas prontas da Índia, onde foram fabricadas pelo Instituto Serum.

A última entrega feita pela Fiocruz ao PNI foi realizada na sexta-feira da semana passada, quando 1,3 milhão de doses foram liberadas para distribuição aos estados e municípios.

Estabilidade de casos em São Paulo

No Estado de São Paulo, estão internados com a COVID-19 nesta segunda-feira 29.510 pacientes. Embora o número se mantenha elevado, é equivalente ao balanço de ontem, indicando estabilidade na demanda hospitalar.

Entre os 29,5 mil internados, 12.963 estão em leitos de Terapia Intensiva e 16.547 em enfermaria. Em ambos os tipos de leitos houve queda: o patamar em UTIs esteve acima de 13 mil pacientes entre os dias 1º e 4 de abril. Além disso, entre os dias 23 de março e 3 de abril, os dados apontavam mais de 18 mil pessoas em leitos clínicos, número que começou a cair ainda ontem.

Hoje, as taxas de ocupação dos leitos de UTI são de 90,6% no Estado e de 90,5% na Grande São Paulo. Em toda a pandemia já houve 2.532.047 casos confirmados de COVID-19, com 77.165 vítimas fatais da doença no estado.

A Fase Emergencial do Plano São Paulo está vigente até o dia 11 de abril, com a manutenção das restrições mais rígidas visando garantir a assistência a vida e conter a sobrecarga em hospitais de todo o Estado, além de frear o aumento de novos casos, internações e mortes pelo coronavírus.

(Com informações de G1, Agência Brasil e Ministério da Saúde)

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