Programa ‘Reconecte’ concilia os vínculos familiares e o bem-estar digital

Com a meta de fortalecer os vínculos familiares por meio do uso inteligente das novas tecnologias, o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) lançou o programa “Reconecte”. 

Programa ‘Reconecte’ concilia os vínculos familiares e o bem-estar digital, Jornal O São Paulo
Reprodução da Internet

Trata-se de uma série de projetos que abordam aspectos sociais, educacionais e de saúde física e psíquica, visando à aquisição de uma maior consciência sobre consequências do uso tecnológico, dado que a utilização imoderada tem interferido negativamente nas relações familiares. 

Em entrevista ao O SÃO PAULO, Angela Vidal Gandra da Silva Martins, secretária Nacional da Família do MMFDH, afirmou que o programa oferece informação e formação para capacitadores, agentes públicos, professores, famílias, organizações não governamentais, conscientizando-os sobre o potencial das tecnologias, para bem e para mal. 

“A proposta também abrange algumas campanhas como a ‘Refeições em Família’, proporcionando momentos de interação, com disponibilidade de coração entre os familiares; a ‘Solidariedade Intergeracional Virtual’, principalmente durante a pandemia, para o cultivo de relações com avós e tios, por amor, gratidão e aproximação à própria narrativa, ou ainda a campanha ‘Navegar numa boa’, como alerta aos pais sobre o conteúdo que chega por meio das tecnologias, literalmente à mão dos filhos”, detalhou Angela. 

A secretária comentou que em eventos internacionais de que tem participado, o Brasil tem se diferenciado por apresentar programas direcionados ao bem-estar das famílias, como é o caso do “Reconecte”. 

“Nosso programa ‘Reconecte’ pode ser um bom meio de analisar a própria atitude e a familiar, para se reconectar consigo mesmo, com a família, amigos, colegas de profissão etc., por meio de uma reeducação tecnológica, conhecendo as novas tendências comportamentais, mecanismos de alerta e proteção, a responsabilidade social com relação ao bom uso, a supervisão parental etc.”, prosseguiu Angela Martins. 

A secretária disse que alguns resultados do programa já vêm sendo verificados, como a melhora na escuta e na dedicação aos membros da família, maior rendimento nos estudos, qualidade de vida em termos de saúde mental, uso inteligente e produtivo do conteúdo, solidariedade intergeracional e prevenção dos comportamentos de riscos. 

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