
No dia 14, na Paróquia São Gabriel da Virgem Dolorosa foi celebrada missa na memória litúrgica do padroeiro do Decanato São Matias.
A Eucaristia foi presidida por Dom Márcio Antonio Vidal de Negreiros, OSA, Bispo Auxiliar da Arquidiocese na Região Santana, e concelebrada por padres que atuam no referido Decanato, entre os quais o Padre Andres Gustavo Marengo, Decanato.
Participaram da celebração representantes das diversas comunidades paroquiais, além de fiéis da Área Missionária Santa Cruz. Além dela, integram o Decanato São Matias as Paróquias: São Luiz Gonzaga – Jaçanã; Santo Antônio – Vila Mazzei; São Benedito – Vila Nilo; São Gabriel da Virgem Dolorosa; Nossa Senhora da Piedade; São José Operário – Vila Nova Galvão; Natividade do Senhor – Jardim Fontales; Santa Dulce dos Pobres; Nossa Senhora Aparecida – Edu Chaves; Nossa Senhora do Carmo – Vila Paulistana; Nossa Senhora da Livração; Nossa Senhora de Fátima – Tremembé.
Dom Márcio, na homilia, refletiu sobre a escolha de São Matias para integrar o grupo dos Doze Apóstolos, destacando que a eleição aconteceu em um momento delicado da comunidade apostólica, após a ruptura provocada por Judas Iscariotes.
O Bispo ressaltou que, mesmo diante da dor, das perseguições e das dificuldades enfrentadas pela Igreja nascente, a comunidade não permaneceu paralisada nem se perdeu em acusações ou lamentações. Reunida em oração e discernimento, deixou-se conduzir pela ação do Espírito Santo para continuar sua missão.
Dom Márcio enfatizou que São Matias foi escolhido não por protagonismo ou reconhecimento, mas por sua fidelidade, por ter caminhado com Jesus e por ser testemunha da Ressurreição. Recordando que o nome Matias significa “dom de Deus”, destacou a importância daqueles que servem silenciosamente nas comunidades, muitas vezes sem visibilidade, mas sustentando a vida da Igreja com dedicação, simplicidade e perseverança.
Ao refletir sobre o Evangelho proclamado na celebração, o Bispo também recordou o convite de Cristo: “Permanecei no meu amor”, ressaltando que a missão da Igreja deve sempre produzir frutos de comunhão, unidade, amizade com Deus e serviço aos irmãos, especialmente aos mais necessitados.




