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Paróquias do Decanato São Barnabé celebram Corpus Christi

Paróquias do Decanato São Barnabé celebram Corpus Christi - Jornal O São Paulo
Manoel Luz

Sob o lema “Um só pão, um só corpo, uma só Igreja”, as comunidades paroquiais do Decanato São Barnabé se reuniram na tarde da quinta-feira, 4, no Santuário Sião Jaraguá, da Mãe e Rainha Três Vezes Admirável de Schoenstatt, para celebrar a presença viva de Cristo na Eucaristia e realizar gestos concretos de partilha. 

Participaram da celebração de Corpus Christi cerca de 2,6 mil pessoas das paróquias do Decanato, formando o que o Dom Carlos Silva, OFMCap., Bispo Auxiliar da Arquidiocese na Região Brasilândia, descreveu como “uma grande família, a família de Deus”. 

Na homilia, Dom Carlos Silva enfatizou que Corpus Christi não é apenas uma lembrança histórica, mas a celebração de uma presença viva: Jesus Cristo no pão da Eucaristia. Ele exortou a assembleia de fiéis ao compromisso da unidade: “Um só pão, um só corpo, uma só Igreja”. 

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Dom Carlos explicou a escolha de Jesus pelo pão como sinal de Sua entrega, destacando que o pão é simples e está presente tanto na mesa de quem é rico quanto de quem é pobre, sendo o alimento indispensável que sustenta a caminhada da vida. 

Na certeza de que “não existe Eucaristia sem fraternidade”, como destacado por Dom Carlos Silva, os fiéis realizaram o gesto concreto de ofertar alimentos que serão distribuídos aos trabalhos sociais das paróquias do Decanato São Barnabé. 

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“Quem recebe o pão da vida, que é Jesus Cristo, deve aprender a repartir o pão da mesa”, afirmou o Bispo, reforçando que a Igreja nasceu ao redor da Eucaristia e, por isso, deve ser a Igreja do Pão” – aquele que é consagrado, mas também repartido e compartilhado com os necessitados. 

Por fim, o Bispo Auxiliar da Arquidiocese na Região Brasilândia destacou que o “maior milagre” em Corpus Christi ocorre quando Jesus transforma o coração humano, fazendo com que o egoísmo dê lugar à partilha, a divisão à união e o ódio ao perdão. “Na mesa da Eucaristia, ninguém deve passar fome de Deus e ninguém deve passar fome de pão”. 

Por Jorge Vicente B. Ferreira
Colaboração especial para a Região Brasilândia

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