Procon-SP faz balanço da Black Friday

Órgão de defesa recebeu 310 reclamações relacionadas à data promocional até o final da tarde da sexta-feira, 26. Nas redes sociais foram 280 consultas, um aumento de 57% em relação ao ano passado

Procon-SP faz balanço da Black Friday
São Paulo - Movimento no comércio da rua Teodoro Sampaio, em Pinheiros, durante o Black Friday (Rovena Rosa/Agência Brasil)

Até o final da tarde da sexta-feira, 26, o Procon-SP recebeu 310 reclamações de consumidores que tiveram problemas nas compras ou contratações na Black Friday. No mesmo período e horário de 2020, o Procon-SP havia registrado 280 demandas - um aumento de 10% do ano passado para esse.

A reclamação mais relatada até então eram quanto ao atraso ou não entrega de produto/serviço, um total de 78, que correspondem a 25% do total dos casos.

Outros dos principais problemas relatados foram: pedido cancelado após a finalização da compra (51 reclamações, 16% do total); mudança de preço ao finalizar a compra (47 queixas, 15%); maquiagem de desconto - quando o desconto oferecido não é real (43 casos, 14%); produto ou serviço indisponível (26 casos, 8% do total).

"Quem tiver algum problema com sua compra deve fazer uma reclamação no site do Procon-SP a qualquer hora, assim que acessar a página, o internauta encontra um espaço específico para os registros sobre a data. Nós tomaremos todas as providências para que o consumidor tenha seus direitos respeitados", afirma Fernando Capez, diretor executivo do Procon-SP.

Já nas redes sociais, também até o final da tarde do dia 26, o Procon-SP recebeu um total de 280 consultas sobre o tema. No mesmo período e horário do ano passado, foram 178, o que revela um aumento de 57% do ano passado para esse.

(Com informações de Procon-SP)

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