Logo do Jornal O São Paulo Logo do Jornal O São Paulo

No Peru, junho é declarado como o mês da Vida e da Família

No Peru, junho é declarado como o mês da Vida e da Família - Jornal O São Paulo
Universidad San Pablo

Como um importante passo no de­bate sobre políticas familiares e demo­gráficas na nação, o Congresso do Peru aprovou, no dia 17, a lei que oficializa junho como o Mês da Vida e da Família em todo o território nacional.

De acordo com o texto da lei, o ob­jetivo principal é comemorar a vida e reforçar a importância da família como uma instituição natural e fundamen­tal da sociedade, ampliando o foco para questões como a valorização da vida desde a concepção, a formação de princípios, o fomento à coesão social e o compromisso com o bem comum. A medida incentiva ações durante todo o mês, envolvendo o Ministério da Edu­cação, governos regionais e municipais. Esses órgãos devem promover ativida­des educativas, culturais e comunitárias com a participação de escolas, servido­res públicos e a sociedade civil em geral.

No Peru, junho é declarado como o mês da Vida e da Família - Jornal O São Paulo

Segundo Carlos Polo, diretor do es­critório para a América Latina do Insti­tuto de Pesquisa Populacional, “a família, composta por pai, mãe e filhos, é o princi­pal espaço em que a vida é transmitida, os valores são formados, as novas gerações são educadas e cidadãos responsáveis e comprometidos com a sua comunidade são construídos”. Portanto, concluiu ele, “promover e fortalecer a família significa criar as condições culturais necessárias para garantir a continuidade, a estabili­dade e a prosperidade de nossa nação”.

No Peru, junho é declarado como o mês da Vida e da Família - Jornal O São Paulo
Aldeias Infantiles SOS Peru

No Peru, assim como em grande parte da América Latina, a família sem­pre ocupou um lugar central na cultura. Ela é vista não apenas como núcleo afe­tivo, mas como base para a transmissão de valores, apoio emocional, educação informal e suporte econômico em mo­mentos de dificuldade. Estudos socio­lógicos destacam que famílias fortes contribuem para reduzir problemas sociais como violência, evasão escolar e isolamento de idosos.

A iniciativa abre espaço para discussões mais amplas sobre políticas públicas que apoiem a maternidade, a paternidade responsável, a conciliação trabalho-família e o apoio a famílias em vulnerabilidade.

Fontes: InfoCatólica e ACI Prensa

Deixe um comentário