Os cuidados na hora de pedir o delivery

O SÃO PAULO dá continuidade à série sobre as ações de higiene indispensáveis para tarefas cotidianas durante este período

Luciney Martins/ O SÃO PAULO

A pandemia do novo coronavírus (COVID-19) provocou em várias cidades do País o fechamento do comércio ou restrições ao funcionamento de estabelecimentos comerciais. Diante disso, a opção para os restaurantes manterem parte de suas operações foi apostar na entrega de refeições a domicílio.

Apesar de a solicitação desse serviço continuar em alta entre os clientes, muitos têm se questionando se receber comida em casa é realmente seguro durante a atual pandemia do novo coronavírus. Nesta edição, o jornal O SÃO PAULO dá continuidade à série sobre as ações de higiene indispensáveis para tarefas cotidianas durante este período, alertando para os cuidados que precisam ser tomados tanto por quem recebe o delivery quanto pelos entregadores.

Avaliar boas práticas

Antes de pedir é importante o consumidor avaliar se o estabelecimento segue as boas práticas de preparação dos alimentos. O cliente pode, inclusive, enviar uma mensagem, perguntando quais os cuidados que estão sendo tomados. Os produtos sempre devem estar bem vedados e com o lacre de segurança. Ainda que não haja evidências de que o novo coronavírus possa ser transmitido por meio da alimentação, todos os cuidados são totalmente válidos e devem ser reforçados.

Pixabay

Ao pedir a comida

A grande maioria dos clientes optam por pedir seus alimentos por meio de aplicativos ou diretamente pelo telefone ou site do estabelecimento. Após escolher o prato desejado, deve-se priorizar o pagamento on-line no momento do pedido, para evitar o manuseio de papel moeda e também, com a maquininha de cartão, visando a segurança de ambos.

Na hora de realizar o pagamento

No momento da entrega, se tiver optado pelo pagamento com cartão, opte pela função de aproximação do cartão, que alguns bancos oferecem nas “maquininhas de pagamento”.  Se inserir a senha direto na maquininha for a única saída, peça para que o aparelho seja higienizado. O ideal é que esta esteja envolta em um saco plástico, que deve ser trocado pelo empregador após a cada uso.

Higienização no veículo

Com relação aos entregadores, recomenda-se que reforcem a higienização das superfícies de contato do veículo – bicicleta, moto ou carro –, assim como a caixa térmica em que  é transportado o produto.

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Asseio pessoal

A lavagem ou higienização das mãos com álcool fator 70% deve ser feita com frequência, antes e após a entrega do pedido, tanto pelo entregador quanto pelo cliente. O uso de máscara também é recomendado para ambos, que devem manter uma distancia segura.  

O que fazer com as embalagens?

Após o recebimento do pedido, as embalagens devem ser descartadas pelo cliente imediatamente após a retirada do item encomendado. Se os recipientes forem colocados em cima da pia da cozinha ou em uma mesa, por exemplo, o local também deve ser desinfetado. Após realizar esses procedimentos, deve-se evitar levar as mãos no rosto e importante que sejam higienizadas imediatamente. Vale mencionar que um estudo publicado pela revista científica “New England Journal of Medicine” indica que o novo coronavírus consegue sobreviver por três dias em superfícies de plástico e no aço inoxidável e por 24 horas no papelão.

Saúde do Entregador

É fundamental que os entregadores com suspeita de COVID-19 se afastem por completo de suas atividades, para que não seja um potencial propagador da doença. As maiores empresas do ramo de delivery já anunciaram algumas medidas neste período, que vão desde intensificar a exigências de higiene aos restaurantes e aos entregadores, até um auxílio financeiro aos entregadores com a COVID-19.

(Com informações de SEBRAE, Exame e Agência Brasília)

Graduado em História (Licenciatura) pela Universidade Nove de Julho (Uninove), ingressou no Jornal O SÃO PAULO, em setembro de 2017 como estagiário e desde janeiro de 2018 ocupa a função de auxiliar de redação.

Tem Pós-Graduação (Lato Sensu) em Jornalismo Esportivo e Multimídias pela Universidade Anhembi Morumbi.

Na comunicação da Arquidiocese de São Paulo, também atua voluntariamente no programa Camisa 9, da rádio 9 de Julho.

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