‘A grandeza da nossa fé vem da pertença a Cristo’

(Foto: Bruno Melo)

O Cardeal Odilo Pedro Scherer, Arcebispo de São Paulo, presidiu, na capela de sua residência, em São Paulo, a missa desta quinta-feira, 5, memória do Bem-Aventurado Padre Mariano de la Mata, sacerdote que viveu na capital paulista.

A Eucaristia foi transmitida pela rádio 9 de Julho e pelas mídias digitais da Arquidiocese.

Religioso agostiniano, Padre Mariano nasceu na Espanha em 1905 e foi ordenado Sacerdote em 1930, sendo enviado ao Brasil no ano seguinte. Em São Paulo, esteve à frente de diversas obras, dentre as quais o Colégio Santo Agostinho. Ele também dedicou grande parte de seu ministério à Paróquia Santo Agostinho, onde viveu até a sua morte, em 5 de abril de 1983, e onde seus restos mortais estão sepultados. Foi beatificado em 5 de novembro de 2006, na Catedral da Sé.

“Padre Mariano foi um homem de grande virtude, sacerdote exemplar, que serviu a Igreja com grande dedicação”, afirmou Dom Odilo, invocando sua intercessão pela Arquidiocese de São Paulo, especialmente pelos sacerdotes.

Convite à conversão

Na homilia, Dom Odilo meditou sobre a primeira leitura (Fl 3,3-8a), na qual São Paulo ressalta o grande tesouro que consiste no encontro com Cristo e estimula a comunidade a valorizar a própria fé. “Hoje, há muitos católicos desanimados, que não apreenderam a valorizar a graça da pertença à Igreja que vai além dos nossos pecados e defeitos, pois a força da Igreja vem do Espírito Santo e da presença de Jesus. A grandeza da nossa fé vem da pertença a Cristo”, afirmou o Cardeal.

No Evangelho (Lc 15,1-10), Jesus está em companhia de publicanos e pecadores e é observado pelos fariseus e mestres da Lei. Então, o Senhor conta a parábola da ovelha perdida e da moeda perdida. “Cada pessoa é preciosa aos olhos de Deus. Ele não veio apenas para os justos, mas para procurar os pecadores, para chamá-los à conversão, por isso, Jesus conclui dizendo: ‘haverá alegria entre os anjos de Deus por um só pecador que se converte’”.

“Que tenhamos a medida grande da misericórdia de Deus e o zelo pela conversão dos pecadores. A Igreja não pode ser considerada um clube dos bons. Pelo contrário, chama os pecadores à conversão lhes propõe o caminho do Evangelho”, completou.    

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