Dom Carlos Lema Garcia preside missa no encerramento da Semana Nacional da Família

Na homilia, o Bispo relacionou a família aos textos das leituras da Solenidade da Assunção da Virgem Maria

Pascom paroquial

Em missa na Paróquia Nossa Senhora da Consolação, Setor Santa Cecília, no começo da tarde do domingo, 15, aconteceu o encerramento da Semana Nacional da Família na Arquidiocese de São Paulo.

A missa foi presidida por Dom Carlos Lema Garcia, Bispo Auxiliar da Arquidiocese na Região Sé, e concelebrada pelo Padre Alessandro Enrico de Borbón, Administrador Paroquial e Assessor Eclesiástico da Pastoral Familiar regional.

Na homilia, Dom Carlos Lema relacionou a família aos textos das leituras da Solenidade da Assunção da Virgem Maria: no Salmo, o contexto nupcial; no livro do Apocalipse, uma imagem surpreendente, misteriosa, uma mulher vestida de sol, honrada, com a lua a seus pés, revestida com a Glória do próprio universo, que está para dar à luz, é também a figura da Igreja e mostra que Deus recebe com festa a primeira criatura e única que está em corpo e alma no Céu. É coroada como rainha, pois é a mãe do Rei. Ela tem uma beleza incomparável, além da formosura que Deus lhe concedeu, também tem a formosura da santidade, da Imaculada Conceição, da plenitude de graça, pois ela é cheia de graça e virtude.

O Bispo destacou que Deus tem gratidão à Sua Mãe, pois ela disse “sim” em muitos momentos da vida, como no “Faça-se em mim a Tua vontade”. Deus entra no mundo por meio de Maria, aos 15 anos, que respondeu afirmativamente ao plano de salvação que Deus propôs ao mundo.

Dom Carlos Lema ressaltou que Maria teve uma vida comum, mas cheia de exigências de Deus e de dificuldades. Desde a dúvida de José em abandonar sua esposa (uma família ameaçada de separação), a ajuda à sua prima Isabel, as dificuldades de continuar na vida dura e simples que levava, até depois do nascimento de Jesus, como uma família de refugiados, sem saber o que viria depois, pois tudo estava na mão de Deus. Até os 30 anos de Jesus, quando Maria, já viúva, fica sem notícias dele e apenas sabe que está sendo perseguido. Ao encontrá-lo, assiste de pé o suplício da crucificação de seu Filho.

Estavam presentes na celebração o casal coordenador da Pastoral Familiar da Arquidiocese, Aparecida e Ricardo Pupo; e o casal Simone e Bráulio Mavignier Madeira, coordenadores da Pastoral Familiar da Região Sé.

(Por Centro de Pastoral da Região Sé)

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