
Há dez anos falecia Cláudio Pastro, artista sacro brasileiro que foi capaz de unir em seus traços artísticos a Tradição cristã dos primeiros séculos, resgatada pelo Concílio Vaticano II, e a arte moderna latino-americana.
“A grande função da arte no Cristianismo, mais do que ser simplesmente um meio didático, foi, é e há de ser ‘porta e ponte’ para o Mistério no qual se passa do belo contemplado ao belo vivido”, escreveu Pastro em 1986, em um texto que reproduzimos nesta edição do Caderno Fé e Cultura, no qual apresentamos ainda algumas de suas criações em templos católicos em diferentes partes do Brasil e na Alemanha. Também é recordada a trajetória de vida daquele que já foi saudado como o “Michelangelo brasileiro”.
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