
Lançada pela Santa Sé em maio, a encíclica Magnifica humanitas, a primeira do Papa Leão XIV, tem repercutido em todo o mundo ao tratar da salvaguarda da pessoa humana na era da inteligência artificial.
Em edição especial, o Caderno Fé e Cidadania apresenta os aspectos centrais do documento, no qual o Pontífice não se propõe a dar respostas aos desafios atuais decorrentes do maior uso da IA na sociedade, mas busca orientar os cristãos e as pessoas de boa vontade para adotarem uma postura justa e construtiva diante desta tecnologia que deve estar a serviço do ser humano e não subjugá-lo, como recorrentemente se faz no atual paradigma tecnocrático, em que a cultura se organiza em torno do poder.
Ao contrário, à luz dos princípios da Doutrina Social da Igreja, a meta permanente deve ser a construção da civilização do amor.
Sob a lógica do paradigma tecnocrático e do poder digital
Critérios que orientam a tecnologia e nascem de uma Tradição viva




